1 de fev de 2017

Vamos falar sobre a minha pausa de quase 3 anos...


Olha a Nathália de volta depois de quase 3 anos. Provavelmente quem acessava o blog desistiu de mim há muito tempo e com razão.

Eu poderia tentar justificar, mas vou dizer apenas que o que aconteceu foi a vida. Conquistei algumas coisas - como me formar no ensino médio e passar no vestibular, o que aconteceu muito recentemente, diga-se de passagem -, fiz algumas coisa que digamos, i'm not very proud of, mas que fizeram parte do meu crescimento pessoal. Mas o mais importante é dizer que eu não me arrependo de nada do que eu fiz. Nem por um segundo.

Cada escolha que eu fiz, cada caminho que eu tomei - isso está muito parecido com a música da Moana, mas tudo bem, foi mais ou menos proposital -, me transformaram na pessoa que sou hoje, e eu posso dizer que nunca estive mais feliz e orgulhosa de mim mesma. <3

Enfim, como eu disse aí pra cima, eu passei no vestibular e daqui a quase 4 meses serei caloura de engenharia da computação - damn you, greves - e eu pensei comigo mesma "o que eu posso fazer nesse tempo todo que eu tenho sobrando na minha vida?". A coisa que mais sinto saudade é compartilhar minha opinião sobre livros, séries, filmes and everything nice com a internet - ou com as paredes, dependendo se alguém vai voltar a ler o meu humilde bloguinho ou não...

De qualquer forma, esse post é mais um experimento do que qualquer outra coisa, porque sejamos sinceros, eu já nem sei mais como se faz isso aqui, minha memória não é lá essas coisas... Só o tempo vai dizer se eu vou conseguir continuar com esse meu "novo" projeto.

P.S.: uma das minhas prioridades deveria ser mudar o layout, mas com esse notebook emprestado/sequestrado da minha tia, só Raziel sabe quando isso será possível. Aguarde cenas dos próximos capítulos. 


24 de jun de 2014

Lançamentos de julho - Editora Novo Conceito

Olá!

O mês de julho já está quase chegando, então está na hora de divulgar por aqui os lançamentos literários do próximo mês, certo? Começando pela Editora Novo Conceito. :)

Desafio - Trilogia Desafio #1
C. J.  Redwine

Sinopse: No interior das muralhas de Baalboden, à sombra do brutal Comandante da cidade, Rachel Adams guarda um segredo. Enquanto as outras garotas fazem vestidos e obedecem a seus Protetores, Rachel é capaz de sobreviver nas florestas e de manejar uma espada com destreza. Quando seu pai, Jared, é declarado morto em uma missão, o Comandante designa para Rachel um novo Protetor: Logan, o aprendiz de seu pai, o mesmo rapaz a quem Rachel declarou o seu amor há dois anos, e o mesmo que a rejeitou. Com nada além da forte convicção de que seu pai está vivo, Rachel decide fugir e encontrá-lo por conta própria. Mas uma traição contra o Comandante tem um preço alto, e o destino que a aguarda nas Terras Ermas pode destruí-la.
O Beijo - Bruxos e Bruxas #4
James Patterson e Jill Dembowski

Pode conter spoilers dos livros anteriores.

Sinopse: No quarto livro da série Bruxos e Bruxas, Whit e Wisty, agora membros do Conselho, estão tentando reconstruir a cidade depois de derrotar O Único Que É O Único, o vilão mais malvado do mundo. Quando tudo parece correr bem, surge uma nova ameaça, personificada na figura do cruel Rei da Montanha. Ele é um mago indestrutível, que deseja a todo custo dominar a cidade. Sem água e prestes a ficar sem alimentos, a população conta com os irmãos Allgood para sobreviver. A aventura e o suspense fazem o leitor prender a respiração a cada vez que um capítulo termina. Mas, com um título como esse, não poderia faltar romance no novo livro de James Patterson... Wisty está encantada pelo jovem Heath, que compreende tão bem os seus dilemas afinal, ele também é um bruxo. Talvez Wisty possa se unir a Heath na guerra contra o Rei da Montanha. Mas o que será que Whit acha disso? Se você ama romance, mistério e ação, O Beijo é o seu livro! Páginas muito intensas, desfechos surpreendentes... Mais uma prova de que James Patterson é o maior autor da sua geração.   
Minha vez de brilhar
Erin E. Moulton

Sinopse: Em uma noite, Indie faz um pedido para uma estrela. Ela quer muito reencontrar a sua lagosta de estimação, e também quer que sua irmã Bibi volte a gostar dela. Mas ter os seus desejos realizados pode exigir dedicação integral! Indie trabalha no teatro durante o dia, mostrando a Bibi e seus amigos o quanto ela pode ser útil. À noite, ela procura sua lagosta perdida, e para isso conta com a ajuda de seu novo grande amigo, Owen. Tudo vai bem até que Bibi e sua turma começam a pegar no pé de Owen, o maior exemplo de nerd e futuro loser. Será que Indie vai conseguir manter em segredo sua amizade com Owen? Será que, para ser uma pessoa melhor, Indie precisa mesmo ser diferente?
Em meus pensamentos - Os Sullivans #8
Bella Andre

Pode conter spoilers dos livros anteriores.

Sinopse: Em uma noite, Indie faz um pedido para uma estrela. Ela quer muito reencontrar a sua lagosta de estimação, e também quer que sua irmã Bibi volte a gostar dela. Mas ter os seus desejos realizados pode exigir dedicação integral! Indie trabalha no teatro durante o dia, mostrando a Bibi e seus amigos o quanto ela pode ser útil. À noite, ela procura sua lagosta perdida, e para isso conta com a ajuda de seu novo grande amigo, Owen. Tudo vai bem até que Bibi e sua turma começam a pegar no pé de Owen, o maior exemplo de nerd e futuro loser. Será que Indie vai conseguir manter em segredo sua amizade com Owen? Será que, para ser uma pessoa melhor, Indie precisa mesmo ser diferente?  
A máquina de contar histórias
Maurício Gomyde

Sinopse: Na noite em que o escritor best-seller Vinícius Becker lançou A Máquina de Contar Histórias, o novo romance e livro mais aguardado do ano, sua esposa Viviana faleceu sozinha num quarto de hospital. Odiado em casa por tantas ausências para cuidar da carreira literária, ele vê o chão se abrir sob seus pés. Sem o grande amor da sua vida, sem o carinho das filhas, sem amigos... O lugar pelo qual ele tanto lutou revela-se aquele em que nunca desejou estar. Vinícius teve o mundo nas mãos, e agora, sozinho, precisa se reinventar para reconquistar o amor das filhas e seu espaço no coração da família. Uma história emocionante, cheia de significados entrelaçados pela literatura, mostrando que o amor de um pai, por mais dura que seja a situação, nunca morre nem se perde.
Man repeller - Repelente de homem
Leandra Medine

Sinopse: Em seu primeiro livro, a badalada blogueira e queridinha do mundo fashion conta suas divertidas memórias. Com jeito insolente, uma franqueza desconcertante e fotos de seu arquivo pessoal, Leandra compartilha detalhes da noite em que perdeu a virgindade, quando esqueceu de tirar as meias soquetes brancas, e descreve o momento em que percebeu que a clutch Hermès vintage da sua avó, feita de pele de avestruz, poderia guardar muito mais do que a chave e o celular. Leandra é a prova de que não precisamos trair nosso estilo repelente nem mesmo ao procurar o vestido de noiva (que pode ser muito bem ser combinado com uma jaquetinha perfecto de organza). Exibindo as opiniões originalíssimas de uma blogueira que ganhou milhões de fãs, este livro reúne experiências divertidas e meio bizarras, uma história amor superdoce e, acima de tudo, um lembrete para celebrarmos um mundo que é feito pelas mulheres e para as mulheres.

23 de jun de 2014

Resenha - Nove noites e um sonho de outono

Nove noites e um sonho de outono

Lesley Livingston

Editora: Gutenberg
Ano de Publicação: 2014
Tradução: Angela Tesheiner e Cláudia Santana Martins 
ISBN: 9788582350225
N° de páginas: 316
Comprar: Americanas
Nota: ♥♥♥♥ (4/5)
Sinopse:
Kelley Winslow está vivendo seu sonho. Aos 17 anos de idade, ela se muda para Nova York e começa a trabalhar em uma companhia de teatro. Ela ainda é, claro, apenas uma assistente e eventual substituta; a companhia é de terceira categoria e está a quilômetros da Broadway. Mas um dia as coisas começam a mudar: a atriz que interpretaria a protagonista Titânia em Sonho de uma noite de verão, de Shakespeare, sofre um acidente, e Kelley tem uma chance de assumir o papel principal. E é nesse mesmo dia que ela passa a perceber que o mundo mágico é mais real do que pensava.
Ao ensaiar no Central Park para conseguir o papel, ela conhece um lindo jovem chamado Sonny Flannery e mergulha em uma aventura que nunca poderia ter imaginado. A atração entre os dois é imediata, mas o rapaz é, na verdade, um dos guardiões do portátil de Samhain, que dá passagem para o outro mundo. A casa solstício de inverno, o portal se abre, e a cada nove anos ele permanece aberto durante se últimas nove noites do outono. E é nesse breve tempo que Kelley, ao descobrir sua verdadeira descendência, se vê ameaçada por uma terrível trama, que coloca em perigo o mundo real, o mundo encantado e a promessa de viver um amor verdadeiro.
Sejamos bem verdadeiros por aqui: a primeira coisa que chama a atenção de qualquer um é essa capa linda de morrer. E antes mesmo de ocorrer qualquer raciocínio lógico, você já está desejando-o com todas as forças do seu ser.

Já que estamos contando a verdade, vamos continuar por essa linha de pensamento. Narrativas com seres mitológicos já ficaram tão velhas, que estão ficando novas de novo - sim, o mundo da voltas. E por essa razão, deveriam ser mais valorizadas, não? Ainda mais quando se mistura Shakespeare no meio. E, olha que pode parecer que não, mas dá certo!

Caso o título não dê a entender o suficiente, Nove noites e um sonho de outono tem como base a clássica peça teatral Sonho de uma noite de verão. E como base, e não me refiro apenas à Kelley sendo uma das personagem na peça dentro do livro, mas sim à mitologia utilizada na narrativa sendo a mesma do livro de Shakespeare. 

Por uma sorte mais do que imprevista, nossa protagonista Kelley, recebe um dos papéis mais importantes - Titânia, a Rainha da corte de Verão - da peça na qual trabalha. Ela se mudou para Nova York para realizar esse sonho, certo? Sim, mas ela tem um "pequeno" - leia-se enorme - problema de nervosismo e, logo no seu primeiro dia, começa a misturar as falas, incluindo até falas de outras peças. Ela resolve então ir ao Central Park para ensaiar, e lá ela acaba conhecendo Sonny, que é um tanto quando misterioso.

Nesse momento a narrativa começa a se desenrolar, deixando de ser apenas um drama de adolescente comum, para incluir a parte fantástica no meio, já que Kelley descobre que nem tudo que está nos livros, fica apenas nos livros.

Preciso dizer que, por incluir Shakespeare no meio da narrativa, a autora me fisgou em pouco tempo. São muitas as histórias baseadas em Romeu e Julieta - que é, inclusive a base do segundo livro da série \ô/ -, mas são raros os livros que variam um pouco. E, posso dizer que a escolha não poderia ter sido melhor.

Sarcasmo e ceticismo permeiam a narrativa de Nove noites e um sonho de outono, principalmente vindos de Kelley e Sonny - que é uma gracinha, diga-se de passagem -, mas não se preocupe, porque nem só de comédia vive a narrativa. Um pouquinho de suspense aqui, uma pitada de romance de lá e várias reviravoltas, fazem com que esse livro seja quase perfeito. Quase porque, vou te contar, o cliffhanger do final, dá aquela vontade básica de se jogar de um penhasco - olha, acho que eu deveria parar com essa piada, mas ela nunca fica velha para mim, ok? hahaha


12 de mai de 2014

Resenha - Todo Dia

Todo dia

David Levithan

Editora: Galera Record
Ano de Publicação: 2012
Tradução: Ana Resende
ISBN: 9788501099518
N° de páginas: 277
Comprar: Submarino
Nota: ♥♥♥♥♥ (5/5)
Sinopse:
Toda manhã, A acorda em um corpo diferente. Não há qualquer aviso sobre quem será ou onde estará em seguida. De menina a menino, rebelde a certinho, tímido a popular, saudável a doente; A precisa se adaptar.
Já se acostumou com isso e até criou algumas regras para si. Primeira: nunca se apegar; segunda: jamais interferir. E tudo corre bem... até que A desperta no corpo de Justin e conhece sua namorada Rhiannon.
A partir desse momento, as regras pelas quais tem vivido não fazem mais sentido. Porque, finalmente, A encontrou alguém com quem quer ficar; dia após dia, todo dia. Mas como esperar que uma pessoa que sempre viveu uma vida normal possa entender a realidade de A? Ou até mesmo acreditar nela?
Enquanto lutam para se reencontrar a cada 24 horas, ambos precisam enfrentar seus próprios demônios, superar suas limitações e redefinir suas prioridades. Rhiannon conseguirá ficar com alguém que muda a cada dia? E até onde A acha justo (ou ético) interferir nas vidas de quem habita? Mas, principalmente, o amor pode mesmo vencer qualquer barreira?
No primeiro dia de A que acompanhamos, A está no corpo de Justin, um adolescente meio badboy, meio drogado, e por ser um dia de semana, nada mais óbvio do que se levantar e ir para a escola. Lá ele conhece a namorada de seu "hospedeiro", Rhiannon, e resolve lhe dar um dia diferente. Os dois dirigem até a praia, onde passam o dia conversando e namorando; Porém, A não percebe, pelo menos não no começo, que mudou a vida de Rhiannon completamente.

Ela estava acostumada a um namorado duro e insensível, e de uma dia para outro, encontrá-o com atitudes completamente diferentes. Justin, apenas naquele dia, faz coisas que jamais fez por Rhiannon em todo o tempo que namoraram, mas ela não ousa dizer isso e possivelmente acabar com todo o encanto. O que ela não sabe é que, no dia seguinte, Justin voltará a ser apenas o velho Justin.

Não foi só Rhiannon que foi modificada com a presença de A no corpo de Justin. A também se sente diferente. Pela primeira vez em toda a sua vida, tem alguma coisa na qual se conectar. Começa então uma jornada diária para encontrar Rhiannon e tentar convencê-la de que A é A, independente do exterior.

Talvez você tenha reparado, que na maior parte do tempo evitei o uso de palavras que possam determinar o sexo de A, mas essa é uma peça chave do passado do personagem: nem ele/ela sabe. A é uma figura mutável, e se adapta ao ambiente e ao corpo do dia, apenas escolheu se chamar A para ter um resquício de identidade pessoal, já que a cada dia é uma pessoa diferente.

A narrativa  foi a primeira coisa que chamou minha atenção quando comecei a ler Todo Dia. A forma como livro foi separado, não em capítulos, mas por dias - que de certa forma são capítulos, mas tudo bem - faz com que a leitura flua melhor, já que a maior parte deles são bem curtinhos, e a história de "só mais um capítulo antes de dormir" dura a noite inteira, até que chegue a última página e o leitor fique com gostinho de quero mais.

As melhores partes - pelo menos para mim - foram as mais emocionantes - no sentido de tristes mesmo. Como A não sabia nunca em que corpo iria acordar, cada dia era uma caixinha de surpresas. E em alguns desses dias, A não acordava em corpos digamos, agradáveis. E justamente nesses dia, que seu "hospedeiro" passava por um dia ruim, era onde tínhamos ampla visão da profundidade da história. Não se trata apenas de mais um romance impossível adolescente, pois A, em apenas um dia pode experimentar um pouco do que seria uma vida normal, uma vida meio conturbada ou ainda uma vida completamente dilacerada.

Diferente da maior parte do YAs por aí, é difícil e fácil ao mesmo tempo se identificar com A. A nunca é uma mesma pessoa duas vezes, sendo assim praticamente não tem nada que identifique o personagem como sendo um ser humano comum. Porém, talvez seja essa a intenção do autor, já que os adolescente da mesma idade de A - entre 16 e 18 anos - tem a mesma dificuldade de se encontrar, de saberem quem realmente são e o que realmente querem.

Sendo assim, foram necessárias várias semanas de reflexão para que eu conseguisse chegar a uma opinião definida sobre Todo Dia. O final é, por falta de palavra  melhor, doloroso. Com o coração partido e lágrimas nos olhos é difícil pensar com clareza. E por vários dias fiquei relembrando a narrativa, até que consegui chegar a uma nota digna: Não poderia ser diferente de 5 estrelas. Simplesmente leia, mas prepare uma caixa bem grande de lenços, pois chorar é meio que inevitável.

Resultado - Perto de Você


Oi! \o/

Finalmente voltei, mais uma vez, de novo! Depois de uma semana indo dormir às 5 horas da manhã, estou renovada e pronta para recomeçar.

E para isso, aqui vai o resultado da promoção de Perto de Você. ♥


Parabéns! O e-mail já foi enviado e você tem 3 dias para responder de volta com o seu endereço. Caso contrário será realizado outro sorteio. :)


23 de abr de 2014

Resenha - Então, conheci minha irmã

Então, conheci minha irmã

Christine Hurley Deriso

Editora: Gutenberg
Ano de Publicação: 2014
Tradução: Cristina Calderini Tognelli
ISBN: 9788582351284
N° de páginas: 237
Comprar: Fnac
Nota: ♥♥♥♥ (4/5)

Sinopse: 
Summer Stetson não conheceu sua irmã. Sua mãe engravidou assim que Shannon morreu, aos 17 anos, em um terrível acidente de carro. Ao longo de sua vida, Summer acostumou-se a ouvir seus pais repetirem o quanto a irmã era perfeita, amada e boa filha, e por isso sempre acreditou que fosse uma decepção constante para a mãe controladora e o pai apático.
Em seu aniversário de 17 anos, recebe da tia um presente inusitado: o diário que Shannon escreveu até o dia de sua morte, e que foi guardado sem que os pais soubessem. Ao ler aquelas páginas com o intuito de saber mais sobre a irmã, acaba descobrindo alguns segredos, e a cada revelação, sobre a família e sobre si mesma, entende que a verdade pode ser, por vezes, dolorosa, mas nunca deixará de ser libertadora.
Com essa capa bonitinha e seu jeito meio de auto-ajuda - não é nem um pouco auto-ajuda, mas essa sinopse meio que dá a entender que seja - Então, conheci minha irmã conquista pelo simples motivo de não focar simplesmente no drama familiar. 

Summer sempre viveu a sombra da irmã Shannon. Apesar de nunca terem se conhecido, sua casa mais parece um hall da fama de sua irmã mais velha. Enquanto a parede destinada as honrarias concedidas à Summer - que diga-se de passagem, se resumem a prêmios de consolação e certificados de participação - as muitas paredes para Shannon são preenchidas por fotos, prêmios, medalhas e todo o resto. 

Porém, quando Summer completa 17 anos, atingindo assim a idade que Shannon tinha quando morreu, recebe como presente de sua tia, o diário que sua irmã mais velha escreveu no último verão de sua vida. Mas o que Summer encontra é bem diferente do que sempre imaginou que Shannon escreveria: em suas últimas férias, ela passou por um período um tanto quanto sombrio; se envolveu com o badboy e a menina mais, digamos, drogada da escola, e perdeu totalmente o rumo que sua vida tinha até então.

A medida que Summer lê o diário, percebe que toda a pressão que sua mãe super-controladora colocava sobre Shannon - e coloca agora sobre ela - foi o que desencadeou a mudança drástica de atitude de sua irmã. Mas as maiores descobertas que ali se encontram, não são sobre sua falecida irmã, mas sim sobre seus pais.

Antes do acidente, sua mãe frequentava um clube do livro, a igreja e fazia muitas atividades que hoje nem dá sinal de um dia ter gostado. Porém, a "novidade" mais significativa diz respeito ao seu pai. Por ser bastante calado e introspectivo nos dias atuais, Summer nem poderia imaginar o que ele fez de tão ruim para ameaçar a estrutura da família perfeita-Stetson.

Por não focar apenas no drama que a família de Summer sofreu - e sofre até hoje - com a morte de Shannon, Então, conheci minha irmã consegue fluir e ser até bem engraçadinho. Gibson, ou Gibs para os íntimos, é o melhor amigo de Summer e o personagem que faz toda a magia acontecer. Por ser todo nerd e atrapalhado, consegue fazer rir e dissipar o clima pesado que permeia a narrativa.

Mesmo não tento o final perfeito, até porque os personagens tiveram uma mudança de atitude muito abrupta nos últimos capítulos, a narrativa de Christine flui justamente pela presença de um personagem engraçado - Gibs - para contrabalancear o tema forte e dramático, que é o foco principal da narrativa. Pode ser lido tranquilamente em um dia, e sem dúvida não é um tempo mal aproveitado.

4 de abr de 2014

Playlist da semana


Hey!

Finalmente voltei com a playlist dessa semana! \o/ Descobri novas bandas/cantores, e tenho várias músicas para mostrar para vocês. <3

Então chega de enrolar, e vamos ver as músicas que estou mais do que viciada nessa semana.

Dreams - Gabrielle Aplin ft. Bastille: Já contei para vocês que a soundtrack de Reign é no momento, a maior fonte de músicas para as minhas playlists? Não? Então contei agora. Dreams toca em uma cena beeem dramática no episódio Dirty Laundry - 14 - e deixa o clima ainda melhor. Fora que essa música consegue combinar dois cantores que amoamoamo. Precisa de mais?

Let Her Go - Passenger: Essa coisa meio folk, meio indie, meio pop sempre me conquista, e gente que coisa linda a letra dessa música! ♥ Shazam seu lindo! Sempre me fazendo descobrir músicas novas. Quando não as identifico de algum lugar, sempre acho alguma sugestão mais perfeita que a outra. De qualquer forma, me apaixono cada vez mais por Passenger cada vez que a escuto.


Riptide - Vance Boy: Como eu disse acima, Reign com a sua soundtrack maravilhosa, nos faz morrer de amores. E Riptide está aí para provar como nem só de drama vive a série. Sendo folk/indie e amor eterno, tenho vontade de sair dançando por aí quando escuto essa música.


Counting Stars - OneRepublic: Dá licença que agora vou falar sobre a minha música preferida dessa playlist. Não consigo deixar de amar Counting Stars! Essa é daquele tipo de música que você escuta tanto que enjoa, e depois de umas horinhas volta a escutar de novo e enjoa de novo, fazendo isso em um looping eterno. ♥♥♥♥

The One That Got Away - The Civil Wars: Quando descobri essa música na soundtrack de Ravenswood - que milagre não ser de Reign também, mas não vem ao caso - passei pelo menos uma semana cantando-a para todo o canto. E quando baixei, continuei escutando eternamente.

Say Something - A Great Big World: Essa é mais uma das músicas que o Shazam me sugeriu. E posso dizer que foi uma sugestão certeira. Mesmo sendo mais calminha, só com esse piano de fundo como instrumento principal, nos deixa ainda mais apaixonados. E fora que esse clipe tem os idosos mais fofinhos do mundo. :'(

Dear Darlin' - Olly Murs: Essa o Shazam só me indicou o cantor, e acabei descobrindo no Vagalume mesmo. Geralmente as músicas do Olly são mais animadinhas, e talvez por isso eu goste tanto de Dear Darlin', por ser assim menos agitada - não chega a ser lenta, mas não é tããão pop - e com mais violino e piano de fundo, além de ter essa letra mais tristinha.